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	<title>Evandro Luiz Borges Blog &#187; Outros</title>
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	<description>Consultor na área de desenvolvimento humano e empresarial</description>
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		<title>Comportamento diferente = mais dinheiro no bolso.</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Aug 2011 12:50:26 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Da mesma forma que muitos de nós temos ao longo da vida vários resfriados alguns comportamentos insistem em ser nossos companheiros eternos. É interessante pensar que tem alguns comportamentos que fazem parte de nós e que são bons, ou seja, algumas ações que praticamos são boas no sentido de serem produtivas e positivas. Contudo temos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Da mesma forma que muitos de nós temos ao longo da vida vários resfriados alguns comportamentos insistem em ser nossos companheiros eternos. É interessante pensar que tem alguns comportamentos que fazem parte de nós e que são bons, ou seja, algumas ações que praticamos são boas no sentido de serem produtivas e positivas. Contudo temos alguns comportamentos que não nos servem muito, são negativos e em alguns casos nos trazem sofirmentos ou às pessoas que convivem conosco. Por exemplo se você é um empresário e é desorganizado com os documentos da empresa ou se não planeja as ações antes de executá-las ou ainda se não consegue ter um diálogo com seus sócios; em algum momento as ações vão se transformar em problemas. A questão é que a maioria de nós e em particular alguns empresários não percebem que tem comportamentos que vem se repetindo na sua vida. Entra ano sai ano e ele não muda a forma de fazer, ou a forma de viver. E o mais difícil para muitos é perceber a si mesmo, olhar para suas ações e ver ou enchergar o que tem feito. Mês passado conversando com um amigo ele disse a seguinte frase: &#8220;eu sou o que sou porque fui o que fui&#8221;. Somos produto de nossa ações, o que fizemos no passado deixa marcas no nosso presente e se queremos mudar o nosso futuro temos que mudar o nosso presente, fazer diferente. E para fazer diferente temos que observar muito atentamente como fazemos. Ohar profundamente para nossas ações a atitudes e depois de scanear o nosso modo operandi partir para a segunda etapa que é aceitar e transformar. Quantos empresários quebram as suas empresas e dizem que tal negócio não era bom, não era rentável, ou dizem que por causa do mercado, da concorrência as coisas ficaram difíceis e a empresa quebrou. Poucos, muito poucos vão dizer que a empresa quebrou porque ele não soube administrar a empresa, ou foi afoito nas decisões, agiu com ansiedade etc,etc. A maioira culpa a Deus e todo mundo, mas uma pequena e infima minoria consegue olhar para si mesmo e perceber que na verdade foram suas ações, seu jeito de fazer que provocou os resultados colhidos. O autoconhecimento chega à gestão empresarial com a proposta de ajudar os empresários a olhar mais para si mesmos e compreender que para que sua empresa cresça e desenvolva quem precisa mudar ou crescer são as pessoas em especial os que comandam a empresa. Pois costumo dizer que quem comanda o corpo é a mente ou a cabeça e quem comanda a empresa em geral é um diretor ou presidente e para que sua empresa mude, ele diretor ou presidente é quem precisa mudar. Tem alguns alimentos que por exemplo não nos faz bem, tem pessoas que não podem comer um determinado alimento à noite que terá uma azia. Ela só vai saber se começar a si observar, anotar o que come todos os dias. Depois de um tempo que estiver estudando e anotando, tal qual um cientístva ela pode descobrir o alimento que está cauzando a azia e simplesmente deixar de comê-lo. Leva tempo, mas é eficaz. Da mesma forma que somos alérgicos a determinados alimentos somos &#8220;alérgicos&#8221; a determinados comportamentos ou até pessoas. E a única forma de aprender mais sobre si mesmo é através da observação. Algo que os cientístas da antiguidade começaram a fazer e é feito até hoje por alguns. Parar e observar, simplesmente olhar por exemplo a natureza pode ajudar a criar muitas ações inovadoras. O Tai Chi Chuan é um exemplo, muitos de seus movimentos foram fruto de obervações feitas por cientístas que observaram animais e copiaram seus movimentos e transferiram ao Kung Fu e ao Tai Chi. Um dos segredos é a observação e não somente do outro, mas primeiramente de nós mesmos. Sentar no fim do dia e passar o dia a limpo, os pensamentos que tivemos ao longo do dia, nossas ações e reações, nossas atitudes. Reservar uns minutinhos para estar conosco e verificar como vivemos aquele dia e o que fizemos que precisa ser melhorado. De repente você pode ter exagerado ao chamar a atenção de um funcionário ou chingou alguém no trânsito, não importa o que seja. O importante é parar e refletir, aliás relfetir é iluminar dentro, parar para refletir é parar para clarear as idéias vasculhar comportamentos que precisam ser aprimorados e parar de culpar o outro. Somos nós que precisamos melhorar, se você passa a agir de outra forma o outro também vai precisar mudar, pois não vai encaixar mais, uma das peças muda a outra precisa mudar. A meditação é uma técnica que pode ajudar nas reflexões ou nos momentos de parar para olhar a si mesmo. Existem muitas técnicas busque na literatura uma que você entenda que combina com você ou teste várias até descobrir a que melhor encaixa com seu jeito e pratique com disciplina. Da mesma forma se você quer perder a barriga, vai ter que malhar, mudar a sua dieta e praticar algum exercício diariamente. A questão é que perder a barriga ou ficar com um corpinho sarado tem ganhado mais atenção das pessoas do que ter uma mente mais harmônica, ou menos vícios mentais ou um emocional mais equilibrado. Enquanto temos centenas de academias de ginástica temos algumas poucas pessoas buscando trabalhar a mente ou cuidar do corpo emocional ou do corpo mental. O corpo físico é muito importante, é o nosso veículo aqui na Terra, mas temos outros corpos sedentos de cuidado. Além do físico temos que cuidar dos outros corpos, emocional, mental e energético. Se você é empresário ou profissinal liberal ou simplesmente é um ser humano que quer dar certo em alguma profissão comece a olhar mais para si mesmo, observar suas atitudes e mudar na medida do possível seus comportamentos, pois são estas mudanças que farão de você um ser humano mais completo e com mais possibilidade de ser mais feliz.</p>
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		<title>Ser corajoso é agir com o coração.</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Jul 2011 21:09:48 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[É muito comum nós ficarmos aflitos quando estamos passando algum momento de aperto na vida. Em geral as pessoas sofrem quando estamos em meio a alguma tormenta da vida, sofrem pela falta de dinheiro ou pela falta de saúde, ou mesmo pela falta de uma companhia. Contudo tal qual ocorre na natureza é normal termos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É muito comum nós ficarmos aflitos quando estamos passando algum momento de aperto na vida. Em geral as pessoas sofrem quando estamos em meio a alguma tormenta da vida, sofrem pela falta de dinheiro ou pela falta de saúde, ou mesmo pela falta de uma companhia. Contudo tal qual ocorre na natureza é normal termos em nossas vidas momentos de alegria e tristeza. Não existe uma vida somente de primaveras e flores, da mesma forma que temos 4 estações dividindo o ano e em todos os países. Temos momentos na vida um pouco mais alegres que outros. Isso é normal, é normal acordarmos bem e no final do dia não estarmos muito centrados. Da mesma forma que o dia pode começar com muita chuva e terminar com muito sol. Entretanto é a maneira como vivenciamos a chuva ou o sol é que vai fazer a diferença. Existem pessoas que vão reclamar da chuva, do sol quente ou do frio intenso. E talvez reclamem que estão sem dinheiro ou mesmo tendo muito dinheiro irão reclamar ou achar algo para dizer em relação à vida. Realmente não é fácil manter a mente serena ou em uma vibração positiva mais elevada e por longos períodos de tempo. Mas devemos buscar este equilíbrio, pois estando nele podemos passar por qualquer tempestade, mesmo um furação e sairemos bem dela. A postura mental faz muita diferença e manter a mente positiva é um dos segredos para termos maior qualidade de vida. Você certamente já vivenciou a situação de chegar em uma festa e em uma rodinha de amigos e eles estão lá falando sobre as catastrofes do dia, cada um disputando quem conta a mais contundente. Evite esses grupos ou tente mudar de assunto, ir para um assunto mais construtivo ou que eleve a energia ou a vibração do grupo em questão. Evite pensar ou conversar sobre assuntos negativos, notícias ruins ou sobre tragédias. Tais eventos são da natureza da vida na terra e ocorre com todos os seres viventes em todos os reinos. Na natureza é comum um predador caçar um animal menor e o menor caçar ou outro menor ainda, ambos precisam se alimentar e é natural que seja dessa forma. Existem alguns fenômenos ou fatos que são inerentes à vida. É natural termos em uma faculdade 30 mil alunos e desses apenas 50 por exemplo completarão trinta anos de profissão, ou uma minoria vai ganhar muito dinheiro,da mesma forma que em uma empresa com mil funcionários tem-se vinte ou trinta com salários extraordinários. Existe um funil que filtra da base da pirâmide para o ápice da pirâmide. Nem todos vão chegar lá no topo e nem todos vão chegar ao mesmo tempo no topo. Cada um tem a sua caminhada e cada um vai chegar ao final da prova num ano ou num tempo diferente. Temos que aprender a ter paciência e sabedoria para nos conduzir ao longo da vida, saber o momento certo para plantar e colher, tal qual um agricultor. Não resolve ele querer plantar soja em janeiro, ele tem que plantar em novembro. Temos que aprender que tudo na vida tem a hora e momento certos. A questão é que em geral somos ansiosos e queremos plantar fora do tempo certo, na terra errada e sem adubo. Daí imagina o resultado, e é exatamente um pouco do que estamos vivendo no mundo moderno. Pessoas querendo que suas carreiras desabrochem com um passo de mágica. Da mesma forma que colher jabuticaba demora algumas profissões demoram anos para serem &#8220;colhidas&#8221;, dependendo a área leva 20 anos para você amadurecer em uma profissão. Seja um médico,um dentista, um arquiteto ou um empresário. Todos terão o seu tempo, a sua caminhada, alguns vieram para viver experiências profissionais de sucesso outros não. Nem todo mundo veio a este mundo para formar em uma faculdade, cada um tem o seu papel. Cada um veio para viver uma experiência única, imaginem que existem hoje na terra algo em torno de 6 bilhões de pessoas, todas únicas, todas diferentes uma das outras, cada uma vivendo uma experiência única. O que precisamos fazer é aprender com a natureza, aprender que cada um de nós temos uma semente para ser plantada em um determinado lugar. E uma das formas de descobrirmos qual é a nossa semente é através da introspecção ou da meditação. Entrar em contato com nosso interno, escutar a nossa alma, só assim podemos saber aonde temos que ir, em que direção, qual profissão escolher. Alguns são levados pelos pais, ou pelo mercado, ou pela possibilidade de ganhos materiais ou políticos. Poucos escolhem por amor ou por sabedoria interna. Não existe caminho melhor que o outro, cada um tem o seu caminho. Há 40 anos atrás as pessoas escolhiam umas às outras por amor, atualmente muitas escolhem por conveniência e vivemos um dos momentos mais difíceis para os relacionamentos, muitos casamentos e uma enormidade de separações antes mesmo de completar um ano de casados. É o momento? É assim mesmo? Ou será a maneira de escolher que precisa ser aprimorada ou resgatar algo lá de trás e dar uma modernizada para os dias atuais. Pense na maneira como você está escolhendo a sua profissão, ou a sua companheira, ou o esporte que quer praticar. Não existe radar melhor que o coração, ele é a nossa bússola interna, ele é nosso guia, o nosso GPS. Seja corajoso, pois ser corajoso é agir com o coração.</p>
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		<title>Equilibrando a gestão empresarial.</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Jul 2011 15:12:40 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando entramos em uma livraria vemos dezenas talvez até centenas de livros cujo tema está de alguma forma relacionado à gestão empresarial. A maioria importados de países desenvolvidos e cuja cultura é um pouco diferente da nossa. Apesar das diferenças sociais e econômicas muitas teorias chegaram e deram certo em nosso país. Entretanto entra ano e sai ano e os problemas das empresas parecem ser parecidos para não dizer que basicamente são os mesmos. Ou a empresa está deficitária, ou está pouco competitiva, ou quer expandir e está buscando capital ou investidores ou tem problemas com as pessoas, problemas de relacionamento ou falta disso ou daquilo. É de se esperar que em algum momento a sociedade empresarial vai iniciar um amplo diálogo sobre as causas dos problemas ao invés de investir recursos na busca de remédios. A palavra remédio já diz que é algo para remediar e nem sempre remediar leva a uma cura. Penso que estamos no limiar de um novo momento para a gestão empresarial, momento de refletir, momento de olhar para dentro da empresa como sendo um organismo vivo e como tal é todo interrelacionado, é sistêmico. Não podemos mais ver uma empresa como várias áreas interdependentes e ao mesmo tempo separadas. De alguma forma nosso pensamento cartesiano, materialista nos faz pensar que o coração não tem muito a ver com o figado ou que uma dor no joelho é própria do joelho. Estamos acostumados a pensar de maneira pontual e pensar assim pode ter seu valor, mas se transportarmos para dentro de uma empresa e começarmos a achar que os problemas de vendas não tem muito a ver com a área administrativa ou com o financeiro, vamos cometer os mesmos erros e não perceberemos que da mesma forma que somos seres sistemicos nossas empresas também são. Estamos no momento de buscar um novo equilíbrio dentro das empresas, começar a pensar que não é simplesmente trocando alguém que vamos resolver os problemas. Nem sempre um casal que se separa se separa dos problemas e nem sempre dois sócios separando a sociedade ou mandando alguém embora vai resolver os problemas. É chegada a hora de compreendermos que o mesmo ser humano que vive a vida na sociedade é o mesmo que vai trabalhar dentro das organizações. E se ele não sabe lidar com as questões emocionais ligadas por exemplo ao seu relacionamento pessoal ele talvez exporte esta mesma forma de ser para a empresa e certamente vai ter problemas de relacionamentos ou com seu superior ou com seus colegas ou subordinados. Se pegarmos uma empresa cuja faixa etária é em média vinte e poucos anos e uma outra cuja faixa etária é em média acima dos quarenta por exemplo. Vamos nos deparar com realidades totalmente diferentes, talvez em uma exista respeito à hierarquia e em outra não muito, pois em geral os que tem hoje mais de quarenta foram criados com as mães dentro de casa ou pelo menos a maioria enquanto os na casa dos vinte em sua maioria foram criados com a mães fora de casa. E só esta pequena diferença social vai impactar e muito na forma dos sujeitos serem e na forma como interagem com o mundo. Vai fazer com que em uma empresa exista mais respeito a hierarquia enquanto em outra a hierarquia não é muito respeitada, pois em geral os jovens não vem a figura ou a presença do pai ou de uma autoridade da mesma forma que uma pessoa de quarenta e poucos anos. Dependendo da área da empresa é melhor contratar uma pessoa mais madura, ou seja, cuja educação foi baseada nas figuras materna e paterna do que um jovem que foi educado pela televisão. São mundos diferentes, um talvez não saiba inglês fluente e nem usar muito bem um computador, mas em tese tem talvez mais condição de atuar em uma equipe, ou mesmo coordená-la de uma forma mais democrática. Do outro lado um sujeito comum currículo super mega avançado, mas que não consegue trabalhar em equipe e não tem muita referência em relação à hierarquia. A maioira dos jovens tratam os pais como se fossem colegas de escola, chingam, brigam e usar palavras de baixo calão. O mesmo não ocorre ou não tenha ocorrido com os sujeitos que hoje estão na casa dos quarenta. Talvez estes não tenham tido também muita abertura, pois os pais da década de 70 ou 80 eram talvez um pouco ríspidos no tratamento. Mas o que está sendo proposto é que temos que pensar a gestão empresarial como gestão de pessoas e dependendo da idade desta pessoa é necessário um cabedal teórico diferenciado. Temos que buscar na antropologia a forma como cada geração foi criada,os valores que foram entregues às pessoas, pois só assim conseguiremos compreender uma empresa no tempo que estamos. Não tem como ter um modelo único de gestão em uma empresa que tem duas ou três gerações trabalhando juntas. Temos que ter várias teorias e adequá-las aos vários tipos de pessoas, ás suas características, à sua forma de ser no mundo.</p>
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		<title>A gestão empresarial pode ser diferente.</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Jul 2011 02:03:57 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Existem vários modelos de gestão de empresas, cada uma das empresas tem sua forma particular de gerir a si mesma. Algumas copiam modelos importados, outras são mais autênticas e são o são mesmo. Poucas são as empresas que buscam melhorar a partir da melhora ou do crescimento das pessoas que a compoêm. Na realidade não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Existem vários modelos de gestão de empresas, cada uma das empresas tem sua forma particular de gerir a si mesma. Algumas copiam modelos importados, outras são mais autênticas e são o são mesmo. Poucas são as empresas que buscam melhorar a partir da melhora ou do crescimento das pessoas que a compoêm. Na realidade não é tarefa fácil mergulhar dentro das questões da empresa, ou seja, não é fácil conhecer as pessoas e ajudá-las a crescer para a partir desse movimento a empresa conseguir crescer. Normalmente o mais usual é treinar as pessoas em questões técnicas ou mecânicas. Aliás projetos &#8220;sustentáveis&#8221; deveriam ser projetos de empresas onde o investimento deveria ser integralmente nas pessoas e não somente na imagem da empresa. É só colocar na balança os valores investidos pela empresa na sua imagem e o quanto foi realmente investido na formação de pessoas. É bom lembrar que formação é diferente de informação, tem muita empresa informando e poucas empresas formando pessoas. A questão passa pelo modelo educacional da sociedade que em geral tem informado pessoas para passarem no vestibular e não formando pessoas para ser pessoas. E boa parte das pessoas quando chegam às empresas tem muita informação, mas não sabem relacionar com seus colegas de trabalho, daí a falta de formação. Quando a empresa percebe que o que falta é formação e não informação é ótimo porque consegue-se ajudar as pessoas a melhorar no quesito humano e não somente aprender um idioma estrangeiro ou fazer cursos de liderança ou mesmo aprender a usar melhor o computador. É preciso investir e muito na formação ética, moral e no autoconhecimento. As pessoas chegam às empresas providas de vários diplomas, títulos, mas parcialmente desprovidas de dons naturais como por exemplo a cooperação, o amor, a compaixão, a tolerância. Tal formação não se dá nas escolas e nem tampouco nas universidades, deveriam ter recebido-as nas famílias e como a maioria estava focada no trabalho ou na carreira profissional não sobrou tempo para formar os filhos, somente informá-los nas escolas. Só que o que dá problema em geral nas empresas não é a falta de conhecimento técnico e sim a falta de sabedoria ou a falta de formação de vida. Dentro da empresa deveriamos ter uma área de reconhecimento ou uma ciência que percebesse melhor as pessoas e passar a dar mais importância à formação e não somente ao curriculum. Chega um candidato com formação em nível de terceiro grau com um mestrado e falando um idioma fluente e os avaliadores em geral ficam encantados tal qual os marinheiros pelas sereias. Agora se chega um candidato com formação em nível médio que iniciou a vida trabalhando no mercado, pegando ônibus, arrimo de família, esportista e religioso ou que faz a campanha do quilo aos domingos a chance dele não avançar no processo seletivo é enorme, pois estamos selecionando títulos e não histórias de vida. A uns 8 anos atrás contratei um teólogo para coordenar a empresa de varejo de frutas de um cliente. Ele tinha formação nível médio e perto de outros candidatos era o que apresentava o curriculum mais &#8220;pobrinho&#8221;, mas a meu ver era um craque nas relações interpessoais um &#8220;guia&#8221; de pessoas e foi nisso que apostei, na sua sensibilidade em cuidar e ouvir as pessoas. Na época incentivamos ele a estudar, a fazer uma formação técnica, ele topou o desafio e buscou a informação. Hoje passados os 8 anos ele comanda mais de 100 pessoas e são todos alucinados com ele. Todos na empresa gostam muito dele, mas não é porque ele tem hoje uma faculdade, mas porque é um ser humano que sabe cuidar de outros seres humanos. Mas para empresa dar este passo não é fácil, pois precisa parar e olhar um pouco para dentro, se autoconhecer. </p>
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		<title>Empresária de pijama.</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Jul 2011 13:11:34 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Esta semana fui atender uma empresária no interior de minas, ela é estrangeira e mudou-se para uma cidade no oeste de minas para montar uma empresa e iniciar uma nova vida aqui no Brasil. Sua formação acadêmica se deu na área das ciências humanas, contudo pouco atuou na sua área de origem, resolveu dar uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esta semana fui atender uma empresária no interior de minas, ela é estrangeira e mudou-se para uma cidade no oeste de minas para montar uma empresa e iniciar uma nova vida aqui no Brasil. Sua formação acadêmica se deu na área das ciências humanas, contudo pouco atuou na sua área de origem, resolveu dar uma guinada na vida profissional e tornar-se empresária. Ao chegar em sua casa para a reunião me deparei com a seguinte cena: ela, sentada à mesa vestida de pijama de flaneja e meia. Eu ainda não havia vivido algo parecido, normalmente quando chego às reuniões de atendimento aos meus clientes eles estão vestidos com roupa de reunião e não de pijama. Aquela cena me deixou alguns minutos refletindo sobre uma outra situação que eu havia vivido alguns anos atrás. Por volta do ano de 2002 eu estava treinando aikido e era época de exame para troca de faixa, era domingo e o exame estava marcado para as 07:30 da manhã, eu cheguei antes das sete horas, conhecia bem o sistema do meu Sensei, mas um colega chegou as 07:31 e vestiu o kimono e entrou no dojo, daí meu Sensei perguntou para ele, o que você veio fazer aqui? Ele respondeu que havia ido para o exame, daí Sensei disse a ele que ele não estava preparado para o exame, ele então saiu do dojo e fiquei pensando naquela atitude do meu mestre e entendi na época depois de ter meditado um tanto, que precisamos nos preparar adequadamente para tudo na vida, estarmos prontos para uma prova ou um exame ou mesmo para uma mudança. E transportando a minha vivência de anos atrás para a cena desta semana eu entendi que a minha cliente francesa talvez ainda não tenha entendido o que é ser empresária. Não digo isso pelo fato de ter me esperado de pijama, talvez ela seja uma pessoa não muito presa a protocolos ou a etiquetas sociais. Mas penso que quando nos propomos a algo temos que ir aos poucos entrando no personagem, isto nos dá mais condições de que aquilo que nós escolhemos vá se tornando realidade. Depois da cena eu percebi que o trabalho não seria muito fácil, transformar uma pessoa em empresário ou em empreendedor não é uma tarefa fácil principalmente porque nosso sistema educacional não colabora para que os estudantes saiam das escolas e faculdades com nossão de empreendedorismo, muito menos quem faz a sua formação na área de saúde ou na área de humanas ou ciencias sociais. As pessoas são formadas para atuarem na sua área de escolha, ou seja, recebe a formação técnica. Contudo muitos resolvem montar uma empresa própria e muitas vezes se não tem dom para a área acabam não tendo um resultado muito interessante. O mesmo acontece com esta cliente, ela estudou psicologia e antes do curso não teve nenhuma experiência como empresária ou empreendedora. Será sua primeira experiência e ainda num país que não é o seu de origem. Depois da cena do pijama ela me pediu licença e foi tomar um banho e trocar de roupa, pois tinhamos uma reunião com um possivel locatário dona de uma loja em um ponto interessante da cidade. Fomos à reunião olhamos o ponto juntamente com o proprietário e saímos de lá com uma idéia de que o ponto atenderia as necessidades de espaço e principalmente de localização. Voltamos para a casa dela seguimos com a reunião e novamente sou surpreendido por uma de suas falas. Neste ponto da reunião estávamos conversando sobre os controles que ela vai precisar para a loja, foi quando ela me disse que não daria conta de fazer somente os controles no livro caixa, ela precisaria também de um sistema informatizado. A minha orientação seria começarmos com controles mais simplificados em papel mesmo, ou seja, utilizando os formulários já existentes nas papelarias e deixar os sistemas informatizados para uma segunda etapa. Eu entendi que seria mais terapeutico para ela iniciar os controles no papel, no concreto do que no virtual. Daí ela solta a seguinte frase: eu tenho mais facilidade com o virtual do que com o concreto. Bem, novamente eu parei uns instantes para meditar sobre aquela fala o que me remeteu a uma outra pessoa que havia atendido anos atrás. Uma artista que tinha uma loja de paisagismo e presentes, ela ficava todo o tempo envolvida com a plantas e com a loja e não saia para prospectar os clientes e em todas as nossas reuniões ela reclamava que a loja tinha poucos clientes. Um belo dia eu cheguei em sua loja e lá estava ela limpando as prateleiras, tirando a poeira e foi quando eu disse a ela: enquanto você está aqui limpando as prateleiras o cliente está comprando em outro loja, será que não seria mais interessante você contratar alguém para te ajudar a cuidar da loja e você ir a luta ou à caça dos clientes? Ou você fica aqui cuidando da loja e contrata alguém para caçar os clientes. Na época eu percebi que havia um mecanismo psíquico atuando no sentido dela se autoboicotar, ela ficava tirando a poeira diariamente e reclamando da falta de clientes. Temos que tomar muito cuidado com alguns comportamentos, pois em muitos casos nós criamos teorias fantasiosas que nos impedem de crescer ou de sair do ponto que estamos e ir em outras direções. Entendi que a francesa tal qual a minha ex cliente artista quando disse que tinha mais facilidade com o virtual do que com o concreto que na verdade não se tratava de preferir um controle por um sistema de informática ou um controle de papel. O meu sentimento na hora foi de que o seu lado artista estava falando mais alto do que o lado concreto. Somada a outras falas e outras percepções minhas em relação a ela eu entendi que todo vez que nós falávamos de suas idéias para a loja ela deixava fuir muitas idéias interessantes, ela é muito criativa, pensa e tem idéias como um artista. Mas quando se trata de coisas concretas por exemplo os controles e atitudes de um empresário ela ainda demonstra uma fragilidade ou uma imaturidade. Dois pontos interessante em seu processo é o fato de não ter tido formação de vida na área empresarial e de parecer ter uma alma mais artística. Estes dois pontos a meu ver são pontos importantes em seu processo de se tornar empresária e ao mesmo tempo são dois pontos positivos. Ela é muito sensível e isto vai fazer muita diferença em seu negócio e é ao mesmo tempo muito criativa. Mas estes dois pontos fortes que ela tem em sua personalidade ao mesmo tempo podem atrapalha-la um pouco na parte concreta do ser empresário. Daí fica uma pergunta no ar ainda sem resposta, será que ela deve concentrar no que ela tem de dom natural, ou seja, focar na empresa suas habilidades primordiais e contratar uma pessoa para fazer o concreto ou os controles adminstrativos? Ou dividir-se entre o que ela tem de dom natural para aprender a fazer algo que não inato e que aparentemente vai tomar muito de seu tempo com algo que ela não tem domínio e demonstra dificuldade? Será que o caminho é aprender o que não sabe ou melhorar o que já é natural? Neste ponto esbarramos na espiritualidade, qual será o seu aprendizado de vida? Será que ela veio aprender a ser mais concreta ou será que veio para ser artista? Ou será que veio para ser artista e para tal precisa de uma pitada de objetividade ou concretude? Tais resposta não estão ao alcance da economia ou da psicologia, é algo que transcende o ser humano. Daí temos que ir mais a fundo, ao inconsciente ou ao contato com o alto, com a espiritualidade, pois lá estão as respostas, mas respostas que somente ela pode buscar ou alcançar, nós daqui de fora podemos até ajudar neste contato ensinando técnicas ou como meditar para buscar as respostas, mas é um caminho individual e cada um deve fazer o seu.</p>
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		<title>Quando boicotamos a nós mesmos.</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Jul 2011 14:03:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Já ouviu falar em boicote? Sim, aquela situação em que pessoas impedem que alguém faça algo por exemplo por protesto, por razões econômicas e ou políticas ou até mesmo por sabotagem. Você já se imaginou fazendo algo parecido com você mesmo? Pois é, nós constatemente nos sabotamos ou nos boicotamos, principalmente quando uma mudança está [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já ouviu falar em boicote? Sim, aquela situação em que pessoas impedem que alguém faça algo por exemplo por protesto, por razões econômicas e ou políticas ou até mesmo por sabotagem. Você já se imaginou fazendo algo parecido com você mesmo? Pois é, nós constatemente nos sabotamos ou nos boicotamos, principalmente quando uma mudança está prestes a acontecer. Quanta disculpa nós damos para iniciar um processo de mudança de hábitos? É só ir a um especialista e ele dizer que seu colesterol está alto e que você precisa fazer caminhada ou mudar a sua alimentação, que instalasse os boicotes ou as sabotagens. É difícil mudar em todos os sentidos, alterar a frequencia cerebral ou deixar os vícios mentais por novos hábitos e comportamentos talvez seja dos desafios maiores da nossa existência. Como disse nós criamos em nossa mente algumas verdades ou alguns paradigmas que muitas vezes nos impedem de sermos diferentes ou de fazer coisas diferentes. Voltando na receita da caminhada, um dia vai estar frio demais, ou a cama quente demais para sair e caminhar; em outros momentos vai dizer que sem companhia não dá ânimo para a caminhar sozinho. Desculpas e desculpas, a cada dia uma nova situação e a caminhada fica de lado. Precisamos buscar forças no fundo da alma, meditar e caminhar em direção a uma nova vida a novos hábitos. E como fazer isto se nosso organismo está acostumado a fazer sempre da mesma forma? É interessante pensar que quando viciamos em algo normalmente é porque a droga que é utilizada gera algo dentro de nosso cérebro que nos dá prazer. Viciamos não é na droga em si, mas nas sensações de prazer que ela gera. Quando alguém se vicia em chocolate por exemplo ele não está se viciando no chocolate propriamente dito, mas nas substâncias liberadas no cérebro. Quando vicia-se em na prática de um esporte, viciamos em algum neurotransmissor que é liberado em nosso cérebro. Por conseguinte quando viciamos em um determinado comportamento é porque tal comportamento envolve algumas descargas elétricas em nosso cérebro e alguns neurotransmissores não ativados. Portanto para mudar um hábito ou um comportamento de autosabotagem por exemplo temos que mudar a dinâmica quimica de nosso cérebro, daí a dificuldade de mudança de um determinado comportamento. Estamos falando de vício químico e como todo vício químico é necessário muito empenho e disciplina para que consigamos vencer a nós mesmos. Nosso corpo se acostuma com o hábito ou o comportamento da mesma forma que acostuma dar aquela paradinha no início da noite por exemplo de tomar aquela cervejinha. Deixar a cervejinha do início da noite pode ser difícil para muitas pessoas, imagine deixar de lado um comportamento e na maioria das vezes nem sabemos que existe? Estamos tão acostumados em fazer as coisas que funcionamos no automático, repetimos diariamente uma série de comportamentos que depois de alguns anos realmente fica difícil deixá-los de lado. Como fazer então para mudar um hábito ou um comportamento? Em se tratando de uma nova dieta por exemplo temos que acostumar a comer outras coisas, em se tratando de comportamentos temos que nos acostumar a fazer diferente. E da mesma forma que vamos ter um estranhamento com a mudança do hábito alimentar vamos ter também um estranhamento com a mudança de hábito de comportamento. Um exercício mental simples e que pode começar a corrigir um comportamento de boicote ou de autosabotagem é você conversar com você mesmo, ou seja, mentalmente fazer um diálogo com você mesmo. Se você está se propondo caminhar todos os dias porque seu colesterol está alto e a recomendação é que a caminhada vai ajudar.Você deve então conversar mentalmente com você como se você estivesse conversando com uma criança e daí não adianta gritar com a criança, você precisa de um jeitinho especial. É só observar uma mãe dando de comida para uma criança de 2 anos e vai entender como deve fazer com você mesmo. Se gritar ou brigar com a criança já perdeu, não vai dar certo. Converse com você todos os dias, fale com você mesmo da importância da caminhada, que ela vai te fazer bem, etc. Todos os dias 10 minutos, sente em um lugar tranquilo, concentre sua atenção no centro da sua testa e daí converse com você. Dei o exemplo da caminhada, mas este simples exercício pode te ajudar em qualquer comportamento que você pretende mudar. Se você tem difuldades com seu chefe por exemplo, se ele é muito autoritário e você não consegue lidar muito bem com ele. Faça o mesmo sente todos os dias 10 minutos e converse com você, lembre como se fosse uma criança. Pergunte-se o que realmente acontece que você tem tanta dificuldade com ele? Imagine conversando com seu filho que brigou na escola e você quer ajudá-lo a resolver a situação e nem sempre resolve mandar ele revidar ou bater também no colega. Temos que ir nos tornando mais sábios, aprender a ouvir mais, a sentir mais cada situação. Ampliar nossa compreenssão sobre as situações. Se você fizer este exercício todos os dias em pouco tempo conseguirá muitas vitórias sobre você mesmo e certamente vai conseguir mudar alguns comportamentos e passar a fazer de uma outra forma. Se queremos comer uma comida com sabor diferente temos que prepará-la com outros temperos e de outra maneira. Se queremos outro tipo de resultado da vida temos que aprender a viver de outra maneira.</p>
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		<title>Empresas quebram?</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Jul 2011 18:31:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ouvimos dizer a todo tempo que a empresa x ou y quebrou ou que está em concordata ou abriu falência. Mas pouco se ouve de empresários que por não saberem ou não administrarem bem a empresa a fez quebrar ou abrir falência. É um engano da gestão nomear um fato humano como sendo de uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ouvimos dizer a todo tempo que a empresa x ou y quebrou ou que está em concordata ou abriu falência. Mas pouco se ouve de empresários que por não saberem ou não administrarem bem a empresa a fez quebrar ou abrir falência.<br />
É um engano da gestão nomear um fato humano como sendo de uma empresa ou de uma instituição. Empresas são apenas registros civis e jurídicos e quando quebram é porque algum ser humano falhou em algo ela por si só não tem vida e portanto não pode se autoquebrar.<br />
Acontece que a empresa é feita de um conjunto de pessoas e a somatória das qualidades e dificuldades destas pessoas é que fazem com que a empresa seja bem sucedida ou não. Um time na área do esporte é vitorioso pela qualidade e esforço dos jogadores e quando a mídia diz que um time perdeu faz referência aos jogadores que não jogaram bem, mas no meio empresarial em geral não se faz referência aos jogadores, ou seja, aos empresários que não fizeram bem o seu trabalho.<br />
Quero aqui relembrar que em geral os esportistas sabem desde jovens qual o esporte que mais gosta ou em qual esporte consegue ter os melhores resultados. O mesmo não acontece comumente aos empresários ou executivos, na área empresarial é comum encontrar pessoas que não sabem exatamente qual a sua melhor habilidade ou em qual posição gosta de jogar na empresa. É comum encontrarmos empresários que não conhecem as pessoas com as quais trabalham, muitos aliás mal sabem as habilidades das pessoas que trabalham com ele, salvo as mais próximas.<br />
Se pensarmos em um time de esportes podemos imaginar o possível fracasso de um time cujo técnico não conhece as habilidades dos jogadores. Ou ainda de não ter experimentado um jogador jogando ao lado de um outro. É interessante pensarmos neste cenário porque é comum vermos empresas que não conhecem as pessoas que nela trabalham e o mais interessante é analisarmos como as pessoas são contratadas para atuar dentro de uma empresa. Em geral a empresa seleciona a pessoa para encaixar em uma vaga, analisa seu perfil, seu curriculum, sua formação e as empresas por onde passou. Só que este novo jogador vai atuar ao lado de outras pessoas, não deveríamos contratá-lo para uma vaga e sim para jogar ao lado de alguém. Vemos a todo momento times com muitas estrelas, ou seja, jogadores de grande habilidade, mas que quando colocados ao lado de determinados jogadores não produzem muitos resultados bons. E o que interessa para uma empresa ou para um time são os resultados que os jogadores alcançam. E nem sempre é o somatório de estrelas que vai fazer com que os resultados sejam excelentes. Nem sempre é juntando dois mba&#8217;s que a empresa terá grandes resultados, pois quem relaciona não são os diplomas, mas sim as pessoas. E se estas não tiverem empatia umas com as outras provavelmente não produziram bons resultados.<br />
É necessário envolver todos no processo de contratação, pelo menos as pessoas mais próximas ou aquelas que irão atuar mais perto do novo jogador. O ideal seria termos um momento de aproximação ou de namoro daí sim teríamos mais certeza que a contratação vai gerar bons frutos. A lei já nos dá este tempo, são os contratos de experiência, temos 90 dias para experimentar o novo jogador e daí saber se o time vai sair ganhando com o novo craque.<br />
A empresa precisa conhecer seus jogadores, saber em qual posição ele joga melhor, testá-lo, observá-lo e arranjar o time ou a equipe de acordo com as habilidades e não somente pelos títulos que eles tem. Conhecer a si mesmo se aplica à uma empresa quando pensamos na empresa como conjunto de pessoas, uma empresa deve se autoconhecer através do mergulho nas pessoas.<br />
Só assim podemos ter empresas verdadeiramente humanas.</p>
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		<title>Empresas existem?</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Jul 2011 13:39:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Muito se escreve sobre Gestão de Organizações, muitas teorias sobre processos, sobre gestão propriamente dita e vejo que muitas das teorias entregues aos empresários falam de uma empresa como se fosse um ser ou uma entidade existente. Contudo pouco se escreve ou se percebe que a empresa não passa de uma somatória de desejos, habilidades [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muito se escreve sobre Gestão de Organizações, muitas teorias sobre processos, sobre gestão propriamente dita e vejo que muitas das teorias entregues aos empresários falam de uma empresa como se fosse um ser ou uma entidade existente. Contudo pouco se escreve ou se percebe que a empresa não passa de uma somatória de desejos, habilidades humanas. A empresa propriamente dita é apenas um registro tal qual o de nascimento onde nos dão um nome e um registro numérico. Imagina escrever sobre gestão de crianças ou gestão de ser humano? Gerir uma empresa é gerir pessoas, gerir desejos daqueles que a criaram, ou ainda gerir as habilidades e inabilidades dos que comandam a empresa.<br />
Dentro da empresa existem dezenas às vezes centenas de pessoas que tem os seus desejos enquanto humanos. Pessoas que são ótimas em alguma tarefa específica ou péssimas. Gestão de empresas passa pela gestão das pessoas e em geral a empresa investe mais nos processos ou na aquisição de projetos para melhoria dos processos e muito pouco se faz em relação às pessoas que na verdade são a empresa.<br />
Em geral a empresa investe muitos reais na estrutura ou na fachada da empresa com materiais, design, tapetes vermelhos e proporcionalmente investe muito menos nas pessoas. A questão é que quem faz as coisas acontecerem ou não acontecerem dentro da empresa são as pessoas e não as coisas. Um empresário muitas vezes investe valores elevados em procedimentos de certificações para a qualidade e se falar com ele para contratar um profissional por exemplo da área de psicologia para ficar a disposição dos funcionários para atendimento clinico ele em geral vai dizer que isto é uma bobagem, mas se falar para ele que uma placa desenhada pelo design tal e que esta placa vai chamar mais clientes para a sua empresa dá para apostar que ele vai preferir a placa mais bonita na frente da empresa.<br />
É um tremendo erro de qualquer empresário privilegiar o investimento nas coisas em detrimento das pessoas. E investir nas pessoas não é ensiná-las como usar o sistema, ou aprender a usar a internet ou ainda capacitá-las a falar um idioma estrangeiro; tudo isso pode ser importante e necessário ao bom andamento da empresa. Mas se o sujeito não souber usar o seu cérebro ou a sua mente se ele não souber ou não conhecer como funciona do ponto de vista emocional não vai adiantar muito ensinar a ele a usar o sistema da empresa se ele não sabe usar o dele próprio.<br />
Estamos imersos em um sistema de ensino que privilegia o saber para o vestibular e estas pessoas crescem ou cresceram e hoje estão no mercado de trabaho. Sabem usar a tecnologia, usam os computadores, usam os sistemas, mas não sabem conversar com os colegas de trabalho ou não sabem estar dentro de uma organização no que tange a hierarquia.<br />
As empresas precisam mudar, entender que não são os processsos que dão problema, não os processos que não vendem ou que atendem mal os clientes, não são os processos que brigam entre si ou ficam se conversar. O nó das empresas ou a solução está nas pessoas.<br />
O empresário precisa investir forte na cuidado com as pessoas, RH pode até selecionar o sujeito, mas é necessário transformá-lo e isto não é a proposta do RH, pelo menos na grande maioria das empresas.<br />
Ajudar as pessoas a si conhecerem melhor ou a usar os seus &#8220;sistemas&#8221; internos, saber usar melhor o corpo, a mente e a espiritualidade. A sociedade não faz, o sistema educacional está preocupado se o sujeito está preparado para passar no vestibular, os pais em geral comungam com este pensamento e ai? Quem vai ajudar o sujeito a melhorar enquanto ser humano? Quem vai ajudá-lo a usar melhor a sua mente? Os empresários em geral pensam que não seriam eles daí ficamos numa encruzilhada, temos empresas com capital para investir, mas que entendem que isto não é papel delas e do outro lado às vezes falta o recurso financeiro e sobra vestibular.<br />
Algumas poucas empresa vem percebendo que vale a pena investir n cuidado com as pessoas, entendendo que são as pessoas que precisam melhorar para a empresa crescer. Ter uma sala com um psicólogo para atendimento clínico pode ajudar e muito, as pessoas terem um espaço para falar de suas angústias ou alguém para ajudá-las a refletir melhor sobre uma decisão pessoal ou profissional.<br />
Levar para dentro das empresas o conhecimento que está faltando para que as pessoas sejam melhores, levar o autoconhecimento, levar outras áreas da ciência para auxiliar as pessoas no cuidado com elas mesmas. Levar a nutrição para ensinar as pessoas a se alimentar melhor, que comer é diferente de nutrir. Que depressão é diferente de tristeza, ajudá-las a viver melhor em suas relações pessoais e afetivas, ajudá-las a cuidar melhor de seus filhos e pais. Quando as empresas começarem a investir realmente na formação de pessoas vai perceber que realmente terá uma empresa família e não somente colaboradores.<br />
Se lembrarmos como eram as famílias a tempos não muito longe dos dias de hoje veremos que muito mudou. As famílias eram constituídas por pessoas cumplices entre si, um ajudava e acolhia o outro e nas empresas desta época era comum vermos pessoas com 20 ou 30 anos numa mesma empresa. Hoje as famílias mudaram, em geral é cada um por si e Deus por todos e nas empresas de hoje em geral não vemos muitas pessoas com mais de 2 anos na empresa, é raro. Algo está acontecendo e não por responsabilidade das empresas, mas o resultado da sociedade que estamos formando vai para dentro das empresas, portanto ou as empresas ajudam a resolver ou colaboram para a formação dos sujeitos ou dá-lhe &#8220;turnover&#8221; e trocas e trocas de funcionários ou colaboradores.</p>
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		<title>Psicologia: o remédio que remedia.</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Dec 2010 12:08:18 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Já tem algum tempo que venho observando a chamada ciência psicologia e a cada dia a vejo mais como a nossa medicina. A medicina com todas as honras de ciência enquanto que a psicologia ainda precosse galgando os degraus da fama. De um lado uma forma de trabalho que não leva em consideração o sujeito. Este entrega seus sintomas ao seu médico que em geral os recebe, faz sua anamnese e receita alguns medicamentos, procedimento de prache nos dias de hoje.<br />
A questão é: será que quando atendemos ao sintoma ou quando é prescrito um remédio para acabar com ele estamos realmente ajudando o cliente ou paciente?<br />
Se observarmos atentamente o procedimento da grande maioria dos psicólogos clinicos veremos alguma semelhança com nossos vizinhos de profissão.<br />
O cliente chega no consultório do psicólogo clinico e diz: eu quero me separar, não aguento mais meu marido ou eu quero sair da empresa aonde estou trabalhando eu não aguento mais meu colega de trabalho. Enfim o cliente entrega sua queixa ao psicólogo que em geral a recebe e normalmente ajuda o cliente a dar conta de ficar livre da sua queixa ou do seu sintoma. Bem, até que ponto isto é diferente de você sair do consúltório médico com uma receita de um anti qualquer que vai ajudar você a ficar livre do seu sintoma?<br />
A meu ver estamos falando de plágio, ou seja, nós psicólogos estamos caminhando num caminho complexo e perigoso. Será que psicologia é ajudar o cliente a dar conta de sair de uma situação que ele não aguenta mais? Será que não estamos dando a ele um remédio que provavelmente vai remediar ao invés de curar?<br />
Ontem mesmo conversando com uma cliente que está fazendo terapia com uma psicóloga e ela disse-me que a sua queixa é o marido e que parece que a psicóloga está direcionando ela para a separação.<br />
Eu fico indignado, mas tenho visto isto acontecer muito e a muitos anos.<br />
Penso que falta à psicologia, como também falta à medicina uma visão espiritualista da vida, dos ser humano. A poucos dias fui à exposição do &#8220;corpo humano&#8221; num shopping novo em Belo Horizonte, todos os exemplares muito bem cuidados, as peças ou partes do corpo endereçadas, ou seja, cartazes, explicações científicas. Daí fiquei pensando, conhecemos muito do corpo físico, do hardware como costumo dizer, mas conhecemos quase nada da alma ou do software.<br />
O perigo é a psicologia se transforma numa medicina que encherga muito bem o corpo, mas não leva em consideração a alma ou espírito ou energia. A psicologia estuda a psiquê, mas não estuda a alma ou a energia, cada dia está mais próxima do estudo da neurociência, do comportamento e a alma e o espírito. Daí talvez nasça uma nova ciência algo ligado ao espírito ou à alma, uma ciência que vai suportar tanto a medicina quanto que a psicologia, daí al invés de termos a medicina como ciência e a psicologia, a odontologia, fisioterapia dentre outras como áreas técnicas ou subordinadas à medicina, teremos todas, inclusive a medicina subordinadas ou aliadas á ciência do espirito ou das energias do software. Pois no final o que conta é o programa, ou a alma. E neste ponto a psicologia está distanciando do seu estudo primordial que é a alma e não somente o comportamento ou o inconsciente.<br />
Será que a cliente que entrou reclamando do marido, que não aguenta mais e quer separar, será que o remédio que o psicólogo deve dar é ajudá-la a separar? Será que aquele que não dá mais conta da empresa aonde trabalhar deve tomar o remédio que vai ajudá-lo a sair do trabalho? Será que os psicólogos clinicos não estão dando remedinhos anti alguma coisa como está sendo feito na medicina? Não é que não seja bom, é lógico que tem seu lado positivo. Se você chega ao médico com uma dor e ele te dá um antidor e você fica bem, ele está te ajudando a ficar sem a dor, é um benefício. Se você vai ao psicólogo reclama que não aguenta mais o marido ou o namorado e ele te ajuda a sair da relação que está te fazendo sofrer, foi uma ajuda.<br />
Mas será que estamos realmente ajudando? Daí entra o espiritual, será que a dor física não está ligada a algum tipo de energia presa no corpo, ou a algum aspecto emocional? Será que está na hora de separar? Será que o seu aprendizado com aquela pessoa já acabou? Bem, somente alguém que tivesse acesso a tais arquivos poderia saber. Mas enquanto não sabemos exatamente vamos ficar receitando remedinhos? Será que a psicologia não deveria se aproximar da espiritualidade para aos poucos ir ampliando seu saber sobre o sujeito?<br />
Bem, por enquanto temos que meditar muito, pois certamente há coisas para podermos aprender e não será olhando o mundo terreno que poderemos descobrir coisas novas, temos que olhar para fora, para outros mundos, para outras dimensões, pois é de lá que vai surgir novas ciências, novos conhecimentos.<br />
As intuições dos cientístas vem de onde? Quando eles criam algo novo isto vem de outros lugares? Será que vem de outros cientístas que habitam outros lugares do cosmos? Não podemos falar que estas coisas não existem ou são coisas de malucos, pois há pouco mais de 300 anos não havia nada que há hoje no campo da ciência e para os habitantes da época não havia nada além da Terra. Temos que abrir a mente e o coração para o desconhecido e tentar buscar algo novo para incrementar a ciência psicologia, como suas có-irmãs ciências da saúde.<br />
Alías gastamos mais dinheiro na sociedade para cuidar das doenças do que para manter a saúde.</p>
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		<title>Treinar é preciso.</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Oct 2010 20:10:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Porque as empresas mineiras em especial em Belo Horizonte tem tanta dificuldade em perceber que não devem treinar seus colaboradores na frente ou com os clientes? Minha experiência na área de consultoria tem sido na maior parte com empresas Mineiras, apesar de acreditar que treinamento é um tema nacional, vou opinar com base nos casos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Porque as empresas mineiras em especial em Belo Horizonte tem tanta dificuldade em perceber que não devem treinar seus colaboradores na frente ou com os clientes? Minha experiência na área de consultoria tem sido na maior parte com empresas Mineiras, apesar de acreditar que treinamento é um tema nacional, vou opinar com base nos casos das empresas em que atuo.<br />
Você já percebeu que algumas empresas treinam seus colaboradores em contato com os clientes? Quantas vezes chegamos a um restaurante e os atendentes começaram &#8220;ontem&#8221; e já estão acertando e errando com a gente? Treinamento introdutório nem pensar. As pessoas são contratadas e &#8220;jogadas&#8221; na função. Muitos nem mesmo sabem da cultura da empresa, dos procedimentos e de quem é quem na organização. Na medida que ele vai caminando na empresa vai aprendendo, não ensinam nem mesmo o número do ramal, ele tem que descobrir por esforço próprio.<br />
É interessante quando vamos a uma loja em um shopping por exemplo e o vendedor, que em geral não recebeu um treinamento não sabe nem mesmo as características do produto que está vendendo.<br />
É cultural, talvez. Talvez por sermos mineiros tenhamos aprendido a &#8220;mineirar&#8221;, ou seja, aprendemos a tirar o máximo da terra, as riquezas, mas não aprendemos tal como os paulistas a lavrar a terra, a cultivar. Já repararam que quando está-se em São Paulo a qualidade de atendimento e serviço é melhor do que em Belo Horizonte? Será que é porque Sampa tem mais idade? Ou será porque tem uma cultura inicial da agricultura, enquanto nós mineiros aprendemos a furar um buraco na terra e tirar dela as riquezas? Enfim, são muitas variáveis que estão em volta da questão do atendimento.<br />
Vale a pena relfletir um pouco sobre a questão, pois quanto mais treinada for uma equipe de trabalho mais chances de obter-se resultados favoráveis.<br />
Quando falamos em treinamento estamos falando não apenas em treinamento técnico, mas principalmente comportamental, haja vista os problemas maiores dentro das organizações serem no comportamento.<br />
É muito importante o treinamento ou a capacitação técnica, mas não resolve muito ter uma equipe formada por MBA&#8217;S e mestres ou mesmo doutores e não ter comprometimento, cooperação, serviço, amizade e amor. Temas estes que normalmente fazem a diferença nos resultados da empresa. Raramente a empresa tem problemas por causa de uma questão técnica, mas frequentemente tem problemas pela falta de cooperação, comunicação, comprometimento e amor. Estes não aprendemos no MBA nem tampouco no doutorado, aprende-se em casa, no processo de educação.<br />
Como a estrutura familiar mudou significamente nos últimos anos o processo de educação sofreu consequencias. Se antes as famílias educavam seus filhos hoje estes são educados em sua maioria pela vida. Só que estes filhos denominados &#8220;modernos&#8221; tem um curriculum às vezes repletos de títulos, mas não sabem trabalhar em equipe, não tem referência de amor pelo trabalho e não conseguem muitas vezes trabalhar pensando em resultados futuros.<br />
Hoje as empresas teem que fazer um pouco o papel das familias e resgatar na medida do possivel nos treinamentos o contato das pessoas com esses temas. Não pode-se simplesmente fechar os olhos para esta realidade e focar em temas como liderança, tema tido hoje como de vanguarda. Liderança é algo que vai sendo construído ao longo da vida e não apenas num curso de final de semana na Serra do Cipó.<br />
É necessário voltar aos conceitos básicos, aos valores morais, éticos e a partir deles fundamentar as pessoas com dados ou informações técnicas. O que vale hoje é adquirir sabedoria e não se aprende a ser sábio em livros, estes nos informam, o que é maravilhosos, mas sabedoria é algo ligado ao sabor, ao prazer, ao amor. Dificilmente alguém será um sábio em uma determinada área se não ama aquilo que faz.<br />
Treine sua equipe diariamente, semanalmente, evite treinar apenas nas convenções, ou no encontro anual da equipe de vendas por exemplo.<br />
Imagina se um esportista pode pleitear alguma medalha em alguma área se ele não treina? Um artista que não treina não consegue ser mestre.<br />
Os empresários mineiros precisam compreender que treinamento é investimento e não despesa. Treinamento é algo para ser feito toda a semana, tem que ter horário, disciplina, constância.<br />
Experimente durante um ano avaliar e criar uma dinâmica de treinamento tanto técnicos quanto comportamentais e messa os resutados atingidos e compare com o periodo anterior no qual não havia treinamentos na mesma quantidade. Certamente verá que os resultados serão melhores, o giro de pessoas vai dimunir.<br />
Experimente!</p>
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