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	<title>Evandro Luiz Borges Blog &#187; Economia</title>
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	<description>Consultor na área de desenvolvimento humano e empresarial</description>
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		<title>Famílias, empresas e pessoas.</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Aug 2011 14:13:57 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A comunidade dos educadores tem falado muito a respeito da geração Y ou Z, sobre as características em relação ao comportamento e aprendizado. E é muito importante que a sociedade fale e compreenda cada vez mais que o ser humano que está sendo produzido na atualidade é fruto dos que hoje falam sobre tais gerações [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A comunidade dos educadores tem falado muito a respeito da geração Y ou Z, sobre as características em relação ao comportamento e aprendizado. E é muito importante que a sociedade fale e compreenda cada vez mais que o ser humano que está sendo produzido na atualidade é fruto dos que hoje falam sobre tais gerações de crianças e adolescentes. Contudo há um fato interessante em relação aos jovens que estão ingressando no mercado de trabalho. Eles em geral tem muita informação, sabem como ninguém usar um computador ou uma tecnologia mais moderna, sabem idiomas estrangeiros, muitos inclusive já fizeram um intercâmbio. Mas a maioria não sabe relacionar com seu colega de trabalho e não sabe se inserir dentro de uma hierarquia. A causa pode estar no formato das famílias e em como as mães e pais se organizam hoje. Já faz mais de 25 anos que a mulher definitivamente foi para o mercado de trabalho e com isso a pessoa que outrora educava os filhos simplesmente terceirizou tal papel para uma outra figura que em tese deveria contribuir com o processo de educação. É um novo momento da sociedade moderna, a cinquenta anos atrás a mulher contribuia com a educação enquanto os homens faziam seu papel de provedores. Tudo mudou e os homens em geral continuam em busca de sua projeção social através do trabalho e não se tem mais a mulher educando os filhos. O resultado disso é percebido dentro das empresas nas chamadas gerações Y e Z. Antes as mães orientavam os filhos que tal brinquedo era para ser dividido como irmãozinho ou dividir uma sobremesa. A mãe ensinava a criança a respeitar o pai. Hoje temos figuras interessantes, sabem pouco sobre muitos assuntos, são pouco profundas, em geral não sabem cooperar, pois não aprenderam a dividir. E por um outro aspecto não respeitam os líderes ou chefes, pois não aprenderam a respeitar o pai, pois as mães passaram a competir com os maridos e em geral não respeitando-os mais como provedores e chefes da família. A mudança pode ter sido boa para as mulheres, mas o resultado para os filhos e para a sociedade pelo menos neste momento não tem sido muito interessante. Pode ser que daqui a algum tempo reencontremos um outro equilíbrio e com isso a sociedade chegue em um momento de mais harmonia. As empresas hoje tem sentido o reflexo das mudanças sociais, jovens achando que carreira é algo que se constrói em meses, tal qual é visto em alguns exemplos da televisão moderna. Apesar de alguns terem carreiras meteóricas, carreira é algo lento e que vai sendo construída passo a passo. Leva-se às vezes 20 anos ou mais para se chegar a uma agenda cheia. A sociedade do fast food tem levado para dentro das organizações uma pressa enorme por resultados profissionais. Não existe carreira sustentável de meses, tudo leva tempo para ser construído e são muitos tropeços e fracassos pelo caminho. Conduzir um projeto ou um filho que você vê poucas horas na semana é o mesmo que um empresário ir à sua empresa 1 hora por dia, dependendo da idade da empresa provavelmente esta 1 hora por dia não será suficiente para conduzir a empresa. Será que resolve ficar com criança 4 meses e depois uma a duas horas diárias? Será que abrir uma empresa é ficar na abertura uns poucos meses e depois ir uma vez na semana? As questões sociais são sistêmicas, o que vemos nas famílias é o mesmo que vemos nas empresas. Da mesma forma que muitos pais não sabem lidar com seus filhos, muitos empresários não sabem relacionar com seus funcionários. De um lado temos os educadores dando suporte às famílias e de outro as consultorias dando suporte às empresas. O problema é bem parecido, pais que não sabem o que fazer para motivar os filhos e empresários que buscam ferramentas para motivar os funcionários. Interessante perceber os dois lados da moeda como sendo realmente partes da moeda. Da mesma forma que quando uma pessoa está com dificuldades financeiras podemos fazer um paralelo com uma empresa. Nos dois casos são pessoas que não souberam administrar a relação com o dinheiro. De um lado temos famílias e de outro temos mercados. No frigir dos ovos somos todos seres humanos vivendo experiências espirituais ou seres espirituais vivendo experiências humanas. Talvez tenhamos que simplificar um pouco as teorias administrativas e teorizar um pouco mais sobre pessoas, sobre o humano. Uma empresa é o conjunto de habilidades de pessoas, só que as dificuldades estão manifestas no ambiente da empresa. Se uma empresa tem 100 funcionários e desses 80 são agitados ou ansiosos, suas características somadas vão gerar alguma característica para a empresa, o mercado vai rotulá-la com algum apelido. A história é cíclica, daqui a pouco a sociedade vai caminhar para um outro modelo de arranho social e as empresas novamente serão ponto de chegada de novas pessoas com novos comportamentos. </p>
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		<title>O equilíbrio da gestão empresarial e o autoconhecimento.</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Aug 2011 13:37:30 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Existem vários modelos de gestão de empresas, cada uma das empresas tem sua forma particular de gerir a si mesma. Algumas copiam modelos importados, outras são mais autênticas e são o são mesmo. Poucas são as empresas que buscam melhorar a partir da melhora ou do crescimento das pessoas que a compoêm. Na realidade não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Existem vários modelos de gestão de empresas, cada uma das empresas tem sua forma particular de gerir a si mesma. Algumas copiam modelos importados, outras são mais autênticas e são o são mesmo. Poucas são as empresas que buscam melhorar a partir da melhora ou do crescimento das pessoas que a compoêm. Na realidade não é tarefa fácil mergulhar dentro das questões da empresa, ou seja, não é fácil conhecer as pessoas e ajudá-las a crescer para a partir desse movimento a empresa conseguir crescer. Normalmente o mais usual é treinar as pessoas em questões técnicas ou mecânicas. Aliás projetos &#8220;sustentáveis&#8221; deveriam ser projetos de empresas onde o investimento deveria ser integralmente nas pessoas e não somente na imagem da empresa. É só colocar na balança os valores investidos pela empresa na sua imagem e o quanto foi realmente investido na formação de pessoas. É bom lembrar que formação é diferente de informação, tem muita empresa informando e poucas empresas formando pessoas. A questão passa pelo modelo educacional da sociedade que em geral tem informado pessoas para passarem no vestibular e não formando pessoas para ser pessoas. E boa parte das pessoas quando chegam às empresas tem muita informação, mas não sabem relacionar com seus colegas de trabalho, daí a falta de formação. Quando a empresa percebe que o que falta é formação e não informação é ótimo porque consegue-se ajudar as pessoas a melhorar no quesito humano e não somente aprender um idioma estrangeiro ou fazer cursos de liderança ou mesmo aprender a usar melhor as suas habilidades intrínsicas.</p>
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		<title>O mercado é humano.</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Jul 2011 14:01:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Estudei ciências econômicas e ao longo do curso ouvi e li muito sobre mercado, sobre capital, oferta e procura, macroeconomia e microeconomia. Estudei muito a história econômica e na ecomoetria aprendi como calcular ou medir a chamada inflação. Mas foi depois de alguns anos depois de ter estudado psicologia que fui compreender o curso anterior [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estudei ciências econômicas e ao longo do curso ouvi e li muito sobre mercado, sobre capital, oferta e procura, macroeconomia e microeconomia. Estudei muito a história econômica e na ecomoetria aprendi como calcular ou medir a chamada inflação. Mas foi depois de alguns anos depois de ter estudado psicologia que fui compreender o curso anterior de economia. Aprendi economia estudando psicologia, aprendi que os economistas sabem muito de mercado, de oligopólio de monopólio de lei de mercado, mas que pouco sabem de pessoas, ou de comportamentos humanos. E todo mercado é formado pelo comportamento comercial de pessoas e se não compreendemos como as pessoas pensam ou como as pessoas se comportam não teremos uma compreensão holística ou sistêmica do mercado. Mercado na antiguidade histórica era o local aonde pessoas se encontravam para fazer comércio, ou seja, local aonde as pessoas se encontravam para trocar suas mercadorias ou vender e comprar um do outro. Contudo à margem do mercado, se olharmos um pouco para o lado veremos que os sujeitos que compram ou vendem algo são pessoas humanas e como tal tem desejos, tem emoção, tem sentimentos e sonhos. O mercado em cada época da história da humanidade foi de uma forma ou teve suas características que marcaram uma época. Séculos atrás tivemos as viagens marítimas, a busca por especiarías, o mercantilismo, o liberalismo até chegarmos ao século vinte com a plenitude do capitalismo. Se olharmos ou estudarmos apenas as mudanças do mercado vamos perceber que em cada uma das épocas tínhamos mercados bem diferentes. Mas quando somamos ao estudo do mercado o estudo sobre as pessoas ou sobre o ser humano passamos a perceber o mercado de uma forma diferente. Se estudarmos os últimos 40 anos do mercado no Brasil vamos observar o nascimento de um novo personagem econômico, a mulher. Na história econômica Brasileira a mulher nunca foi um personagem de destaque nas transações econômicas e os últimos 40 anos com as mudanças sociais a mulher passou de coadjuvante a atríz principal em muitas cidades e em muitos lares. A mudança de comportamento de homens de mulheres fizeram com que as mulheres fossem para o mercado de trabalho e buscassem um espaço que anteriormente era ocupado apenas por homens. Da mesma forma que o senso demonstra que cresceram as classes &#8220;c e d&#8221; nos últimos vinte anos. Tanto o evento da mulher no mercado de trabalho quanto o crescimento das classes &#8220;c e d&#8221; não são eventos do mercado propriamente dito. São mudanças na postura ou no comportamento humano que estão influenciando as mudanças na &#8220;entidade&#8221; denominada mercado. E para compreendermos as mudanças do mercado temos que estudar as várias facetas dos comportamentos humanos. A ciência econômica será mais completa quando começar a estudar não somente teorias econômicas, mas também comportamento humano. Talvez até surja uma ciência nova ou uma psiconomia, uma ciência que estude a alma dos costumes ou o comprotamento intrinseco às pessoas e sua influência no social econômico. Por exemplo um fato que ocorre nas cidades e que tem muita influência do humano e não estudado como tal. Hoje as principais metrópoles do Brasil e do mundo tem um grande problema de fluxo de carros ou um tráfego lento. Demorasse muito tempo para ir de um local outro. Nasceu então a engenharia de tráfego para estudar e dar solução ao problema do trânsito nas cidades, planejar vias de tráfego, propor soluções de engenharia para muitas vezes minimizar os &#8220;engarrafamentos&#8221; e o trânsito lento nos horários de pico. Mas enquanto não estudarem o comportamento das pessoas, o porque elas estão estão deslocando nas vias públicas de carro por exemplo às 10 da manhã, não saberemos dar solução para o problema do trânsito. Já pararam para pensar porque o trânsito está pesado em uma determinada região da cidade às 3 da tarde? Aonde as pessoas estão indo? Será que todos que estão deslocando naquele horário estão indo trabalhar? São todos autônomos? Ou estão indo à academia, ou ao médico? As prefeituras precisam não só ter uma engenharia de tráfego eficiente, mas tem de conversar com as pessoas e saber o motivo do seu deslocamento. E começa a saber o motivo pode inflenciar em sua política de desenvolvimento urbano, pode descobrir que em um determinado bairro falta por exemplo boas academias ou clínica médicas e pode inclusive informar a sociedade que isto é um fato e assessorar a população, os empresários a investir melhor e montar algo num bairro ou região que está precisando e com isso contriuir para que não haja alguns deslocamentos e ai sim manter as vias urbanas mais livres. Um dos pontos que impedem que isto ocorra é que as nossas ciências em geral não são transdisciplinares, ou seja, uma ciência não conversa com a outra, é todo mundo olhando para seu próprio &#8220;umbigo&#8221;, e isto dificulta que a engenharia converse com a psicologia. Quando misturarmos um pouco mais as ciências teremos uma sociedade mais equilibrada. A mistura da economia com a psicologia pode ajudar e muito nas políticas públicas em geral. Só temos a ganhar, mas para isso temos que deixar um pouco o ego e a vaidade de lado e ver o nosso próximo realmente como um &#8220;irmão&#8221; e caminhar ao lado de suas idéias, sonhos e sentimentos.</p>
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		<title>As pessoas tem sabor.</title>
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		<pubDate>Mon, 03 May 2010 13:14:56 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Costumo dizer que pessoas tem sabor tal qual ocorre na natureza com as frutas. A diferença é que o limão não tem a opção de ser mais doce, ou a jabuticaba de ser amarga, se não sofrerem a interferência de um cientista, ela por si mesma não tem a força ou a condição de ser [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Costumo dizer que pessoas tem sabor tal qual ocorre na natureza com as frutas. A diferença é que o limão não tem a opção de ser mais doce, ou a jabuticaba de ser amarga, se não sofrerem a interferência de um cientista, ela por si mesma não tem a força ou a condição de ser diferente.</p>
<p>Contudo, nós seres humanos somos dotados de uma condição que nos diferencia dos animais e das plantas, temos desejo, vontade, e podemos ser mais doces ou mais amargos.</p>
<p>Neste sentido podemos entender que o ser humano também tem um certo sabor, ou seja, existem pessoas amargas, pessoas que vivem de mal com a vida, acordam e ao invés de se alegrarem por terem um novo dia, elas resmungam e já iniciam o dia de mal humor.</p>
<p>Bem, certamente que pessoas assim não tem um sabor que agrada muita gente, na natureza Mineira existem vários exemplos, um deles é o da fruta chamada Pequi, muitos adoram e muitos odeiam. Se a pessoa que é amarga não se incomoda de ser assim não tem porque mudar, se transformar em uma pessoa mais doce, ou gentil. Se ela convive bem consigo mesma é o suficiente para manter-se como é. Mas, nós podemos ser diferentes em tudo o que quisermos, se não consegue fazer muitos amigos e isto é uma questão que incomoda, tem-se a opção de mudar algo em si mesmo, talvez o sabor, ou o jeito de fazer as coisas, de modo a agradar mais pessoas e de repente conquistar novos amigos. Porém, se a pessoa não tem uma questão, se não tem algo que incomoda pode viver como é, sem problema.</p>
<p>Na consultoria vejo isto acontecendo de uma forma muito peculiar com alguns profissionais. Existem várias profissões no mercado, mas vou dar um exemplo de algo que acontece com um cliente que atua na área da arquitetura. Ele além de arquiteto é paisagista e geobiólogo, veio estudando muita coisa e hoje é um profissional que tem uma leitura muito interessante da relação das pessoas com seus espaços de moradia e profissional, contudo ele tem uma demanda que se resume no fato de querer crescer e ter mais clientes. Em uma sessão trabalhamos a sua questão e eu disse a ele: será que o produto que você está vendendo é objeto de desejo da &#8220;massa&#8221; de consumidores? </p>
<p>Pois, se observar bem o que a &#8220;massa&#8221; anda consumindo em relação à arquitetura vai perceber que a maioria das pessoas não querem um arquiteto que mede as energias que sobem da terra e que de alguma forma influenciam em suas vidas. A maioria das pessoas querem um arquiteto que faça um projeto e compreenda o que ela deseja e só. O plus que você oferece não é algo que as pessoas estão buscando, a sua intenção é atuar de uma forma diferente e isto não é o que as pessoas querem para as suas vidas, em geral as pessoas querem o básico sem muita firula, principalmente se esta firula tem algo a ver com energias sutis. Na sessão foi ficando claro para ele que quanto mais diferente é o trabalho de um profissional hoje, quanto mais ele é sistêmico, ou seja, quanto mais ele integrar áreas de diferentes saberes, menos ele agrada ao sabor da &#8220;massa&#8221; consumidora e dessa forma menos cliente ele terá. A &#8220;massa&#8221; consumidora que é a maior parte do mercado não tem ainda um saber muito amplo e desta forma procura produtos que ela tem alguma compreensão. Na área da arquitetura por exemplo, a maioria das construções ainda não tem a presença de um arquiteto, em geral é um mestre de obras, em outros casos um engenheiro e no restante entra o arquiteto, em um mercado mínimo entra o arquiteto que além de projetar a casa vai medir as energias através da geobiologia ou do Feng Chui por exemplo.</p>
<p>E isto vale para todos os profissionais que de alguma forma tem uma proposta mais integrada, ou sistêmica, ou que esteja unindo o saber denominado científico com saberes &#8220;não científicos&#8221; ou provenientes do oriente.</p>
<p>O mesmo acontece por exemplo com a Homeopatia, observe em sua cidade quantos alopatas tem e quantos homeopatas, o número de churrascarias e restaurantes vegetarianos, o número de escolas com pedagogia construtivista e pedagogia Waldorf. </p>
<p>E é nesta diversidade de saberes e sabores que você deve se posicionar mercadologicamente falando. Se o seu produto é &#8220;arroz integral&#8221; tem que estar claro para você que terá poucos consumidores, mas se o seu produto é &#8220;churrascaria&#8221; deve saber que terá um amplo mercado. A &#8220;massa consumidora&#8221; em geral quer produtos &#8220;churrasco&#8221;, ou seja, preferem ver uma comédia na TV a um programa de entrevista com um filósofo ou um cientísta político. O materialismo ainda impera e muito na sociedade e interfere na forma de pensar da grande maioria dos consumidores.</p>
<p>Se a sua questão é ampliar seu mercado, ou ter mais clientes e ganhar mais dinheiro, deve refletir primeiramente qual o sabor do seu produto, é &#8220;arroz integral&#8221; ou é &#8220;churrasco&#8221;. Toda escolha tem um preço, temos que escolher, se somos profissionais cuja proposta é diferenciada, talvez nossa caminhada seja lenta, com poucos clientes, porém se somos produto de massa, talvez tenhamos mais mercado, teremos mais clientes e talvez ganhemos mais dinheiro. </p>
<p>Temos que pesquisar dentro para saber que sabor tem a nossa alma, o que realmente nos toca, com o que ou com que mercado queremos trabalhar, o que não dá é um sujeito de alma &#8220;integral&#8221; vendendo seu produto como se fosse &#8220;churrasco&#8221;, pode ser uma violência para conigo mesmo. Talvez seja melhor buscar ajuda de um especialista e se posicionar de forma mais profissional no mercado, mas vender algo que esteja coerente com sua alma, com seu desejo mais profundo.</p>
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		<title>Reduzir o pró-labore? Ficou doido?</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Jun 2009 18:15:09 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Imagina o período de seca numa floresta por exemplo, antes os animais tinham comida pertinho de casa e em abundância, na seca tem que ir longe achar comida, na seca muitos bichos morrem de fome e muitos não morrem de fome, isto é um movimento natural da vida. Na seca temos que procurar fazer como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Imagina o período de seca numa floresta por exemplo, antes os animais tinham comida pertinho de casa e em abundância, na seca tem que ir longe achar comida, na seca muitos bichos morrem de fome e muitos não morrem de fome, isto é um movimento natural da vida.</p>
<p>Na seca temos que procurar fazer como nossos &#8220;irmãozinhos&#8221;, ir mais longe para buscar comida, gastar menos energia significa que temos que economizar. </p>
<p>Porque será que os felinos principalmente, caçam á noite ou cedo? Nestes horários o sol está mais fraco e eles gastam menos energia para caçar. </p>
<p>A natureza é um grande professor, economize no que puder, nas coisas pequenas, tanto na empresa quanto em casa, é momento de pensar em uma retirada menor na empresa ou seja mecher no bolso, ter um prolabore menor enquanto a empresa passa por uma savana com poucos alimentos e que estão sendo objeto de muitos predadores.</p>
<p>E cuidado aonde está seu foco, evite focar apenas nos &#8220;gnus&#8221; pois muitos estão atrás deles, ou seja atrás de fechar negócios com empresas grandes que vão garantir comida por um bom tempo, contudo é bom lembrar também dos &#8220;animais e plantas menores&#8221; e inclusive os menos saborosos, pois poucos os querem.</p>
<p>Em tempos de crise ou de seca temos que ser ainda mais inteligentes, trabalhar em grupo, unir forças, otimizar despesas, dividir espaços, &#8220;morar junto&#8221;, eliminar um carro, minimizar as despesas.</p>
<p>Somente os mais capazes, os mais humildes é que ficam para ver a próxima primavera.</p>
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		<title>Espiritualidade nas organizações parte 2</title>
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		<pubDate>Fri, 22 May 2009 18:37:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma empresa que investe na difusão da espiritualidade aumenta consideravelmente as suas chances de alcançar seus objetivos. E o que é isto exatamente? Partindo da premissa de que nosso corpo é 70% água e 100% energia, ou seja nosso corpo é energia. São milhões de arranjos moleculares, químicos que constituem nosso corpo e nossa mente. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma empresa que investe na difusão da espiritualidade aumenta consideravelmente as suas chances de alcançar seus objetivos. E o que é isto exatamente? Partindo da premissa de que nosso corpo é 70% água e 100% energia, ou seja nosso corpo é energia. São milhões de arranjos moleculares, químicos que constituem nosso corpo e nossa mente. </p>
<p>Nossa mente é diferente de nosso cérebro, nosso cérebro é físico, material enquanto nossa mente é imaterial, é energia, pulsa, vibra, as interações entre os neurônios produzem cargas elétricas e estas possuem campos eletromagnéticos que são linhas de forças invisíveis mas que viajam a velocidades próximas, iguais ou quem sabe superiores à velociadade da luz.</p>
<p>Nossa mente então é um somatório de forças e a maior parte de nossa capacidade mental ainda é algo desconhecido da ciência, existe informação de que os grandes cientístas da terra utilizaram apenas 3% da capacidade cerebral.</p>
<p>Bem, aonde entra isso tudo nas empresas? Empresas são pessoas e pessoas são mentes poderosas que podem estar vibrando numa direção positiva ou não. Se a empresa reserva um tempo para as pessoas aprenderem a usar as suas mentes ao invés de somente aprenderem questões técnicas que também são importantes, mas não são elas as fontes de problemas dentro de uma empresa. </p>
<p>Há 16 anos atuo na área de consultoria e posso afirmar que a grande maioria dos problemas que uma empresa tem não tem sua origem em questões técnicas e sim emocionais. </p>
<p>Através da psicoterapia, da análise e de outras terapeuticas podemos auxiliar as pessoas com suas questões emocionais, certamente uma empresa que investe na constratação de profissionais que atuarão terapeuticamente com sua equipe terá mais chances de atingir seus objetivos.</p>
<p>A espiritualidade está acima das emoções, o mergulho em si mesmo por exemplo através da meditação pode colocar o ser humano em contato com sua essência divina e isto pode mudar sua forma de vivenciar as experiências humanas. A partir do momento que nos colocamos como parte do todo, nossa responsabilidade aumenta, sabemos então que nossos pensamentos tem força e que podem não somente nos auxiliar em nosso processos de cura, como compreender que muitos dos nossos processos de doença surgem em nossa mente. Podemos tanto nos adoecer como nos curar. Esta consciência de que somos parte de um todo e que estamos individualizados para viver experiências materiais é algo ainda um pouco estranho para o ocidente. </p>
<p>O oriental tem em sua cultura um saber milenar em relação à sua origem espiritual e da teia sistêmica aonde estamos imersos. O próprio cinema já produziu filmes que retratam esta visão a exemplo dos filmes: Babel, Quem somos nós, O Segredo, Efeito Borboleta dentre outros. Teóricos como Jung devem ser pesquisados a fim de que possamos expandir nossos conhecimentos a respeito de nossa existência sistêmica.</p>
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		<title>Espiritualidade nas organizações parte 1</title>
		<link>http://www.evandroluizborges.com.br/blog/2009/05/22/espiritualidade-nas-organizacoes-parte-1/</link>
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		<pubDate>Fri, 22 May 2009 17:56:59 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Falar de espiritualidade nas organizações parece algo incomum, mas atualmente existe vários autores no mundo que tratam o assunto com a seriedade que merece. Para mim é algo que me aconpanha desde os meus primeiros anos, as minhas avós materna e paterna já praticavam a espiritualidade antes mesmo de eu nascer. Minha avó materna era [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Falar de espiritualidade nas organizações parece algo incomum, mas atualmente existe vários autores no mundo que tratam o assunto com a seriedade que merece.</p>
<p>Para mim é algo que me aconpanha desde os meus primeiros anos, as minhas avós materna e paterna já praticavam a espiritualidade antes mesmo de eu nascer. Minha avó materna era muito religiosa, fazia muita caridade, ajudava muito a comunidade nas cercanias de sua casa. Ela era uma curandeira, muitas pessoas se beneficiaram de seus dons como benzendeira e muitas curas se deram durante todos os anos de sua vida. Já a avó paterna era uma médiun poderosa e influenciou boa parte da família levando-nos desde cedo para o caminho espiritual.</p>
<p>Portanto, como disse a espiritualidade me aconpanha desde cedo e na medida que os anos foram passando o interesse foi crescendo, os estudos foram sendo aprofundados juntamente com a prática e hoje posso afirmar que não tem como uma organização existir sem sua parte espiritual. Não é do campo da crença, é algo inerente à nossa existência, somos todos seres espirituais e sujeitos às leis universais, isto independe da posição religiosa ou filosófica. Somos seres espirituais pelo fato de termos em nossa essência uma partícula oriunda do criador.</p>
<p>Muitos ainda pedem provas, cobram da sociedade científica que comprovem a existência de um criador cósmico. Atualmente dentre as áreas da ciência existe um grande movimento de cientístas dentre eles o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Amit_Goswami">Dr. Amit Goswami </a>que é um dos principais físicos da atualidade ele obteve seu Ph.D. em física quântica pela Universidade de Calcutá na Índia e a cerca de 20 anos está envolvido em estudos que buscam conciliar ciência e espiritualidade.</p>
<p>Como consultor empresarial tenho buscado dentro do possível demonstrar para o empresário que a espiritualidade é algo natural em nossas vidas e quanto mais investir na difusão deste conceito dentro de sua empresa estará ampliando as possibilidades de bons resultados, pois quanto mais as pessoas se voltarem mais para o tema maior as probabilidades de que a empresa tenha em sua equipe pessoas mais harmônicas e consequentemente com atitudes mais construtivas.</p>
<p>A biologia depois de anos de estudos pode afirmar hoje que nosso corpo é constituido 70% de água, até poucos anos atrás a neurologia desconhecia a plasticidade neural, a ciência ocidental é relativamente nova quando comparamos à ciência oriental. Neste sentido podemos esperar que em poucos anos surgirão experimentos que realmente comprovem que somos 100% energia da mesma forma que somos 70% água.</p>
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		<title>Gestão pela consciência</title>
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		<pubDate>Fri, 22 May 2009 14:38:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Hoje em dia fala-se muito em gestão do conhecimento prefiro o termo gestão pela consciência por acreditar que a consciência é quem comanda nossa existência na terra. Ser consciente de si mesmo ou se autoconhecer é um modelo mais difícil de ser conquistado, mas quando nós seres humanos mergulhamos em nós mesmos temos a oportunidade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje em dia fala-se muito em gestão do conhecimento prefiro o termo gestão pela consciência por acreditar que a consciência é quem comanda nossa existência na terra.</p>
<p>Ser consciente de si mesmo ou se autoconhecer é um modelo mais difícil de ser conquistado, mas quando nós seres humanos mergulhamos em nós mesmos temos a oportunidade de desvendar vários segredos internos. E na medida que fazemos este mergulho podemos conhecer nossas reais habilidades e nossas dificuldades. </p>
<p>Somente a partir deste processo é que podemos dizer para que servimos ou seja para que estamos aqui. É algo do campo do complexo, saber o porque estamos encarnados parece até arrogante dizer isso. Mas em minha clínica tenho visto empresários e profissionais de várias áreas sairem de um programa de autoconhecimento com mais clareza sobre suas potencialidades e mais conscientes de suas dificuldades.</p>
<p>Quando este saber se dá, amplia as possibilidades de podermos desenvolver uma carreira mais próxima de nossa alma e isto está diretamente ligado ao fato de termos sucesso profissional. Uma empresa que tem em seu quadro de funcionários, colaboradores, sejam eles gestores ou até diretores; tem mais chances ao meu ver de poder conquistar seus objetivos e metas. Pois dessa forma tem pessoas que sabem mais de si mesmas, conhecem melhor seu perfil e com isso certamente conseguem dedicar mais de si mesmas às tarefas do dia a dia.</p>
<p>É importante a empresa proporcionar aos seus colaboradores momentos de autoreflexão até mesmo para que as pessoas saibam se estar ali naquela situação ou na empresa é o que elas querem. Investir em programas de autoconhecimento facilita o desenvolvimento da empresa através do desenvolvimento das pessoas. E a empresa só cresce se as pessoas que a compõem crescerem.</p>
<p>O autoconhecimento é uma grande ferramenta de gestão e a empresa vai ser cada vez mais produtiva se tem pessoas que tem mais clareza de si mesmas. </p>
<p>Acredito no modelo de consciência apesar de ser mais complexo, contudo quando alcançado pode gerar ganhos incomparáveis em relação aos demais modelos de gestão.</p>
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		<title>O autoconhecimento como ferramenta de crescimento pessoal e profissional</title>
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		<pubDate>Sun, 03 May 2009 14:21:18 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Falar de autoconhecimento e crescimento profissional é algo que tem me acompanhado por alguns anos. Acredito profundamente que somente se nós seres humanos mergulharmos em nós mesmos é que teremos maiores condições de saber nossas reais habilidades e dificuldades. Dentro das empresas isto não é uma prática muito usual nem tampouco muito indicada, contudo quanto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Falar de autoconhecimento e crescimento profissional é algo que tem me acompanhado por alguns anos. Acredito profundamente que somente se nós seres humanos mergulharmos em nós mesmos é que teremos maiores condições de saber nossas reais habilidades e dificuldades.</p>
<p>Dentro das empresas isto não é uma prática muito usual nem tampouco muito indicada, contudo quanto mais as pessoas reservarem um tempo para este processo de autoconhecimento mais chances tem de serem felizes e de fazerem o que realmente gostam e tem habilidade para fazer.</p>
<p>Tenho visto muito ao longo dos meus 16 anos de experiência com empresas e profissionais liberais, pessoas que não trabalham por prazer e sim pelo resultado financeiro. Independente do cargo ou função ou de estar no alto da hierarquia da empresa ou no posto mais baixo é quase que uma regra, pessoas infelizes por não saberem ou por não buscarem a realização de seus mais profundos desejos pessoal e profissional.</p>
<p>Conhecer a si mesmo é algo que nos é indicado por diversas correntes filosóficas e religiosas pelo mundo afora. Há vários métodos, a meditação é um desses métodos e dos mais conhecidos. </p>
<p>Expeirmente tirar um tempo todos os dias para estar consigo mesmo, refletir sobre o seu dia, os ultimos acontecimentos tanto na vida pessoal quanto na profissional.</p>
<p>Na verdade é tudo uma coisa só, mas para efeito didático procuro separar para que no momento que a pessoa está estudando a sua vida fique mais claro para ela o que vem repetindo tanto na vida pessoal quanto na profissional. O estudo da história é muito importante e nos ajuda a ter uma perspectiva de poder fazer diferente daqui para frente.</p>
<p>Dentro das empresa que atendo procuro incentivar as pessoas em seus processos de autoconhecimento e assessorar os empresários e profissionais liberais a criar um plano estratégico a partir do seu interno e não somente olhando para fora ou para o mercado. Estudar o mercado é importante mas não o bastante para se elaborar as estratégias da empresa, mesmo porque quem vai executar são as pessoas e se estas não tem muita clareza de suas habilidades e dificuldades pode comprometer a implementação de qualquer plano pretendido pela &#8220;empresa&#8221;.</p>
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		<title>Serviço de proteção ao crédito?</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Feb 2009 14:24:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Vale a pena refletir sobre o SPC, é um serviço que protege as empresas de maneira que o consumidor que por algum motivo deixou de pagar uma de suas contas tem o seu nome constando de uma lista de clientes que a priori não podem comprar a crédito. O interessante deste modelo é trazer uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vale a pena refletir sobre o SPC, é um serviço que protege as empresas de maneira que o consumidor que por algum motivo deixou de pagar uma de suas contas tem o seu nome constando de uma lista de clientes que a priori não podem comprar a crédito. O interessante deste modelo é trazer uma espécie de proteção ao logista para que este não corra o risco de vender para um cliente que pode ser um potencial cliente inadimplente isto no caso de seu nome constar do SPC. Todavia o inverso não é praticado, o logista que por algum motivo não quitou uma de suas contas, seja ela com fornecedores, impostos, continua podendo vender a crédito, ele terá dificuldade de comprar a crédito também, até ai ok, mas continua podendo vender a crédito. Poderíamos pensar em um modelo onde o logista caso esteja inadimplente com uma de suas contas ter também seu nome incluído em um tipo de &#8220;SPC&#8221; e ser impossibilitado de vender a crédito.</p>
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