Uma empresa que investe na difusão da espiritualidade aumenta consideravelmente as suas chances de alcançar seus objetivos. E o que é isto exatamente? Partindo da premissa de que nosso corpo é 70% água e 100% energia, ou seja nosso corpo é energia. São milhões de arranjos moleculares, químicos que constituem nosso corpo e nossa mente.
Nossa mente é diferente de nosso cérebro, nosso cérebro é físico, material enquanto nossa mente é imaterial, é energia, pulsa, vibra, as interações entre os neurônios produzem cargas elétricas e estas possuem campos eletromagnéticos que são linhas de forças invisíveis mas que viajam a velocidades próximas, iguais ou quem sabe superiores à velociadade da luz.
Nossa mente então é um somatório de forças e a maior parte de nossa capacidade mental ainda é algo desconhecido da ciência, existe informação de que os grandes cientístas da terra utilizaram apenas 3% da capacidade cerebral.
Bem, aonde entra isso tudo nas empresas? Empresas são pessoas e pessoas são mentes poderosas que podem estar vibrando numa direção positiva ou não. Se a empresa reserva um tempo para as pessoas aprenderem a usar as suas mentes ao invés de somente aprenderem questões técnicas que também são importantes, mas não são elas as fontes de problemas dentro de uma empresa.
Há 16 anos atuo na área de consultoria e posso afirmar que a grande maioria dos problemas que uma empresa tem não tem sua origem em questões técnicas e sim emocionais.
Através da psicoterapia, da análise e de outras terapeuticas podemos auxiliar as pessoas com suas questões emocionais, certamente uma empresa que investe na constratação de profissionais que atuarão terapeuticamente com sua equipe terá mais chances de atingir seus objetivos.
A espiritualidade está acima das emoções, o mergulho em si mesmo por exemplo através da meditação pode colocar o ser humano em contato com sua essência divina e isto pode mudar sua forma de vivenciar as experiências humanas. A partir do momento que nos colocamos como parte do todo, nossa responsabilidade aumenta, sabemos então que nossos pensamentos tem força e que podem não somente nos auxiliar em nosso processos de cura, como compreender que muitos dos nossos processos de doença surgem em nossa mente. Podemos tanto nos adoecer como nos curar. Esta consciência de que somos parte de um todo e que estamos individualizados para viver experiências materiais é algo ainda um pouco estranho para o ocidente.
O oriental tem em sua cultura um saber milenar em relação à sua origem espiritual e da teia sistêmica aonde estamos imersos. O próprio cinema já produziu filmes que retratam esta visão a exemplo dos filmes: Babel, Quem somos nós, O Segredo, Efeito Borboleta dentre outros. Teóricos como Jung devem ser pesquisados a fim de que possamos expandir nossos conhecimentos a respeito de nossa existência sistêmica.